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Honduras: Ante ataque a sede de organización campesina

Vía Campesina-Honduras
Minga Informativa de Movimientos Sociales

La Vía Campesina Honduras, adscrita a La Vía Campesina Centroamérica e internacional; por éste medio comunica, informa y denuncia a la comunidad nacional e internacional de una bochornosa situación que detallamos de la manera siguiente:

1: Que el domingo 25 de enero del presente año, amparándose en las oscuras sombras de la noche, como a eso de 1 de la madrugada, nuestras oficinas situadas en la Colonia Alameda, contingentes armados dispararon más de dos docenas de tiros, de grueso calibre, que impactaron contra el inmueble que aloja las oficinas del movimiento campesino hondureño articulado a LA VÍA CAMPESINA.

2: En la escena de los hechos, el día de hoy 26 de enero hemos encontrado casquillos de los disparos, las paredes rotas y los portones con los orificios correspondientes de los disparos ejecutados; lo cual nos hace recordar los tristemente célebres acontecimientos del golpe de Estado, en el año 2009, donde también nuestras oficinas fueron irrumpidas, asaltadas con saña y odio, destruyendo puertas, material y equipo de alto costo; que a la fecha no se han encontrado a los responsables.

3: Al profundizar en las causales de los hechos bochornosos, ya descritos, no encontramos otra explicación que nuestra clara y transparente participación en contra del golpe de Estado Militar de junio del 2009, la exigencia militante de una Reforma Agraria integral, con Equidad de Género, para la Soberanía Alimentaria y el Desarrollo Rural, presentada al Hemiciclo Legislativo en abril de 2014 y nuestra oposición a la aprobación, con rango constitucional, de la Policía Militar, cuerpo vinculado públicamente con flagrantes casos de violaciones a los Derechos Humanos.

ANTE ESTOS VERGONZOSOS HECHOS DENUNCIADOS, EL MOVIMIENTO CAMPESINO Y LA VÍA CAMPESINA EXIGE AL ESTADO DE HONDURAS LO SIGUIENTE:

A) Que la fiscalía realice una profunda investigación para determinar y castigar a los responsables directos de estos actos reñidos con la ley.

B) Responsabilizamos al gobierno de la República por los disparos y daños realizados a nuestras oficinas.

C) Más importante aún, lo responsabilizamos desde ya por cualquier atentado, que pudiera suceder en el futuro cercano, en contra de la vida de nuestros empleados, dirigentes campesinos y coordinadores de La Vía Campesina.

D) Exigimos la solidaridad de todo el movimiento social hondureño, de la comunidad internacional y de los organismos de cooperación humanitaria.

E) De manera particular, solicitamos en forma puntual, la protección de la vida del dirigente campesino y referente de la reforma agraria hondureña del compañero Rafael Alegría y de toda su familia.

Tegucigalpa, MDC, 26 de enero de 2015

GLOBALICEMOS LA LUCHA, GLOBALICEMOS LA ESPERANZA

¡REFORMA AGRARIA YA!

LA VÍA CAMPESINA HONDURAS (LVCH)


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Minga Informativa de Movimientos Sociales
http://movimientos.org/

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