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Mostrando postagens de Março, 2016

PSIU POÉTICO 30 anos - História do maior encontro ininterrupto de poesia no Brasil começou na década que restaurou a democracia no Brasil

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Poetas mineiros, participantes do Psiu Poético,  na Casa das Rosas, em São Paulo - março 2016

Por Aroldo Pereira
          A 2ª metade do século XX no Brasil foi foda!  Houve momentos de total  dificuldade & temor, assim como fendas para a inquietação, invenção & luzes, fazendo contraponto com o inferno. Foram anos de efervescência, loucura, tristeza pesada & criatividade intensa. Foi nessa época que João Gilberto & cia apresentaram ao mundo a Bossa Nova; Juscelino Kubitschek pensou & ergueu Brasília; os irmãos Campos, Décio Pignatari & Ferreira Gullar tocaram o Concretismo; Torquato Neto, José Carlos Capinan, Rogério Duprat, Nara Leão, Gal Costa,Tom Zé, Caetano Veloso & Gilberto Gil presentearam a todos com o Tropicalismo; Márcio Borges, Fernando Brant, Murilo Antunes, Beto Guedes, Lô Borges & Milton Nascimento deram ao mundo o Clube da Esquina.  Os políticos de direita, os conservadores, cidadãos indecisos & os militares impuseram ao país  por varias g…

100 mulheres indígenas militantes pelos Direitos dos Povos originários

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Algumas das mulheres indígenas que fazem parte da lista das 100 A participação das mulheres no movimento indígena está em plena expansão: atuantes na defesa do direito à terra, proteção do meio ambiente, educação, saúde cultura, cidadania e espiritualidade, as mulheres estão cada vez mais presentes e ativas em todos os espaços da sociedade, somando força à luta e ao movimento. Fizemos esta lista em resposta ao artigo da Revista AZmina sobre “Seis mulheres indígenas que vale a pena seguir nas redes”.
Agradecemos a  de nossas irmãs comunicadoras celebrando algumas mulheres que nos inspiram todos os dias, esta lista ainda é pequena diante de todas as mulheres indígenas que estão na luta e daquelas que estão por vir!
Por Daiara Tukano e Renata Tupinambá   Redação Yandê

Sônia Guajajara - Coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), é uma das principais lideranças nacionais e internacionais na luta pelos direitos indígenas: denunciando o genocídio indígena, os cri…

Nace Ibermúsicas App, la red social para músicos iberoamericanos

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La aplicación para móviles del programa de cooperación iberoamericano Ibermúsicas está disponible desde para dispositivos Android e iOs, ofreciendo así un sistema que pretende ser red social para músicos y catálogo musical para el gran público. Ibermúsicas, que lleva cuatro años promoviendo la creación y la movilidad de los músicos de la región, quiere llegar ahora al “público más joven”, acostumbrado a la información inmediata y al contacto directo a través de dispositivos móviles. “Pretendemos llevar nuestra página web a la vida cotidiana de la gente, que le sea útil a sectores más amplios y particularmente a los más jóvenes, quienes usan los móviles permanentemente”, explicó a Efe el presidente del programa, Sergio Ramírez. Uno de los objetivos que Ibermúsicas se plantea con el lanzamiento de la aplicación es crear “una red social” para que músicos, representantes, festivales y programadores puedan entablar relación. Para Ramírez, la App unirá “a profesionales del sector musical”, …

Haiti: Nada a Pacificar, tudo a construir

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por Elaine Tavares / IELA
O Instituto de Estudos Latino-Americanos começa o ano de 2016 discutindo um tema chave para a América Latina: o Haiti. Ocupado pelas forças da ONU desde 2004 (há 12 anos) o país continua mergulhado em profundas crises que, ao que parece, mais se aprofundam conforme seguem por lá os soldados. A paz só existe nos discursos. Denúncias de violações de mulheres, crianças e outras tantas barbaridades contra a população são sistemáticas.
O Haiti tem uma importância fundamental para a libertação da América Latina. Sem esse país talvez a guerra de libertação tivesse demorado ou até não acontecido. Foi a partir da própria luta no Haiti, com a revolta dos escravos e a consequente vitória da República negra em 1804, que as demais colônias na parte continental foram percebendo que era possível sair do jogo da Europa. E foi o general Petión quem acolheu Bolívar depois da derrota de 1810 na Venezuela, e deu a ele as condições objetivas e materiais para voltar e levar todo o …

Resultado do Concurso Literário Nós da Poesia organizado pelo Imel é divulgado

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Saiu o resultado do Concurso Literário Nós da Poesia, organizado pelo Instituto Imersão Latina. Confira os poemas dos três primeiros colocados em: http://facebook.com/nosdapoesia. Além desses cerca de 20 autores foram selecionados com textos que serão publicados na antologia Nós da Poesia con Nosotros.  1º lugar Concurso Literário Nós da Poesia 2016
GLADYS LÓPEZ PIANESI – ARGENTINA
Hermanos, azúcares del vecino 2º lugar Concurso Literário Nós da Poesia
ELI RODRIGUEZ - URUGUAY
La piedra y el azúcar... 3º lugar Concurso Literário Nós da Poesia
ELY MANOEL – BRASIL
Mais Lenha... PARABÉNS / FELICITACIÓNES A TODOS!

#SomosGuaraniKaiowá - O Desafio da Paz

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Entenda por que o conflito envolvendo as terras guarani-kaiowá tornou-se uma das maiores tragédias do País na área dos direitos humanos...

Por Spensy Pimentel, pesquisador do Centro de Estudos Ameríndios da USP



A difícil situação dos povos indígenas no Mato Grosso do Sul, e particularmente dos guarani-kaiowá, em sua natureza, não é diferente do que se verifica em várias outras regiões do Brasil e da América Latina. Estamos falando de um processo de expropriação territorial, com o objetivo de utilizar-se dos recursos naturais (terra, água, madeira) e consequentes violações dos direitos mais básicos dessas populações, como o acesso à alimentação, educação e saúde.

O que impressiona no Mato Grosso do Sul é, sobretudo, a dimensão dos problemas e o grau de acirramento dos conflitos. Em primeiro lugar, isso acontece porque se encontra ali, hoje, a segunda maior população indígena do País, 73.295 pessoas, número somente superado pelo Amazonas (168.680). Juntos, os grupos de língua guarani f…

Indígenas nahuas mueren envenenados con mercurio en Perú

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Un 80 por ciento de los indígenas nahuas en Perú padece de envenenamiento por el elemento tóxico del mercurio, lo que pone en riesgo el futuro de la tribu en el país, indicó la organización Survival International.

Expertos estiman que la responsabilidad de las intoxicaciones es del proyecto gasístico peruano conocido como Camisea, que abrió la tierra nahua en los años 80. Miembros del pueblo indígena se opusieron a la expansión del proyecto, que sin embargo ha logrado expandirse por el territorio.

Otra posibilidad es que la contaminación tenga su origen en la “desenfrenada” minería ilegal para la extracción de oro en la región. Entre los padecimiento de los nahuas, quienes residen dentro de una reserva para indígenas aislados en el sudeste de Perú, también se encuentran infecciones respiratorias agudas y otros problemas de salud desde que fueron contactados. “La contaminación con mercurio es sumamente delicada para la salud humana, por sus consecuencias irreversibles que acarrea, p…

Un proceso de “reorganización” ya no es tarea de militares

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Aram Aharonian
ALAI AMLATINA
Hace 40 años para imponer un modelo político, económico y social, el poder fáctico apelaba a las Fuerzas Armadas, para que con tanques, bayonetas, torturas y desapariciones, pusieran en marcha un “proceso de reorganización” neoliberal, cónsono con las demandas e intereses de los grandes grupos económicos nacionales y trasnacionales.
El golpe de estado cívico-militar de 1976 fue el último pero no el único en el siglo 20. Desde 1930 los argentinos habían sufrido sucesivas interrupciones del orden democrático. La supresión de los gobiernos elegidos por el pueblo, la represión de los conflictos que surgían entre distintos sectores sociales y la apelación a la violencia habían sido frecuentes desde esa fecha. Sin embargo, la dictadura cívico-militar que se inició en 1976 tuvo características inéditas, de terrorismo de Estado.
Los militares no actuaron solos ni por su cuenta. La decisión de tomar el gobierno contaba con la adhesión de diversos grupos de la socie…

Alistan marcha en Argentina para pedir justicia a 40 años del golpe militar

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Organizaciones políticas y de derechos humanos deArgentina marcharán en Buenos Aires este jueves al conmemorarse el 40 aniversario del golpe militar que dio comienzo a la última dictadura (1976-1983). Las marchas, que también se replicarán en otros puntos del país, coinciden con la visita del presidente estadounidense, Barack Obama, a Argentina. Además, será la primera conmemoración del golpe de Estado para el nuevo Gobierno de Mauricio Macri, que accedió a la Presidencia en diciembre pasado y quien participará este jueves junto a Obama de un acto en el Parque de la Memoria. Cuarenta años después del golpe de Estado encabezado por el teniente general Jorge Rafael Videla que dio comienzo al último régimen dictatorial argentino, asociaciones políticas, sociales y humanitarias participarán en actos por todo el país para reclamar justicia por los delitos de lesa humanidad cometidos durante aquellos "años de plomo". En Buenos Aires, la concentración principal está convocada por …