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Revolución Bolivariana: proyecto de vida de Chávez

Con el 56 por ciento de los votos en la contienda electoral del 6 de diciembre de 1998, el militar insurrecto Hugo Chávez Frías se convierte en el nuevo Presidente de Venezuela con la promesa central de una Constituyente para refundar el país, que para entonces estaba sumido en una crisis en todos los planos por la aplicación de políticas neoliberales que llevaron a niveles insostenibles. Para marcar este sentido, su colectividad política se identificó como Movimiento Quinta República -MVR- (inicialmente, Movimiento Bolivariano Revolucionario).

Llega la Constituyente y pare la nueva Carta Magna que establece el horizonte y los parámetros de la Quinta República cuya construcción es asumida como Revolución Bolivariana, una identificación con el libertador Simón Bolívar que es sustancial en la vida de Chávez. Por lo mismo, no solo se expresa a nivel interno sino en su política internacional, particularmente en el rescate y empuje que da a los procesos de integración regional que se concretan en la conformación de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América - Tratado de Comercio de los Pueblos (ALBA-TCP), de la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR) y de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC); pero también en el impulso de relaciones Sur-Sur y otros espacios. Y los resultados alcanzados le han consagrado como gran estratega en la geopolítica mundial.

La Revolución Bolivariana ha transformado Venezuela, no solo en los parámetros económicos que usualmente se consideran para valorar un país, sino en un factor central para la movilización social: la cultura política del pueblo. Precisamente por esto es que se registra un hecho inédito en la historia de nuestros países: el fracaso del golpe de Estado del 11 abril 2002, ante la fortaleza de Chávez y la movilización popular.

Se trata de un mandatario también inusual, por su apertura a reflexionar y aprender de los demás. Y por lo mismo buscó diálogos con diversos sectores, rescatando siempre la importancia de la crítica y autocrítica para afianzar el proceso. En este procesamiento, de la inicial simpatía por la Tercera Vía que pregonaba Tony Blair pasó a rescatar las banderas del socialismo, justamente cuando esta perspectiva prácticamente había quedado fuera de la historia de la humanidad, en los relatos dominantes.

En lo que prácticamente es uno de sus últimos mensajes (20/10/12) señala: “… el socialismo en el siglo XXI que aquí resurgió como de entre los muertos es algo novedoso; tiene que ser verdaderamente nuevo, y una de las cosas esencialmente nuevas en nuestro modelo es su carácter democrático, una nueva hegemonía democrática, y eso nos obliga a nosotros a no imponer, sino a convencer, y de allí lo que estamos hablando, el tema mediático, el tema comunicacional, el tema de los argumentos, el tema de que estas cosas sean…”

Por la importancia que tiene mirar el proceso, ante los nuevos desafíos que se presentan, ALAI organizó el presente dossier con textos que ha publicado en estos 14 años, que dan cuenta del trayecto recorrido en este lapso.

* Enlace al dossier: http://alainet.org/images/dossier_Venezuela_2013.pdf


Mas informacion: http://alainet.org
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Agencia Latinoamericana de Informacion
email: info@alainet.org


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