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Colômbia: 30 años exigiendo justicia y verdad

Foto: Kinorama
El seis de noviembre de 1985 cientos de personas fueron sorprendidas con uno de los sucesos más impactantes y dolorosos de la historia reciente en Colombia. Un comando conformado por menos de cuarenta personas, de la Compañía Iván Marino Ospina de la guerrilla M-19, realizó una toma al palacio de Justicia ubicado en la plaza principal de la capital.

Los militares dijeron defender la democracia mientras armados con toda la artillería entraron disparando y provocaron una de las masacres de mayor magnitud en la historia del país. Alrededor de cien personas murieron en la barbarie, entre ellas doce magistrados de la Corte Suprema de Justicia, funcionarios del Consejo de Estado, empleados de la cafetería, visitantes, guerrilleros del M-19 y miembros de la fuerza pública. El magistrado Carlos Horacio Urán fue detenido, ejecutado extrajudicialmente y reintegrado al edificio del Palacio. Varias personas fueron detenidas, torturadas y posteriormente doce de ellas fueron desaparecidas por las Fuerzas Armadas y se pretendió que las pruebas se quedaran allí dentro, incineradas y en el olvido.


Durante 30 años los familiares de los desaparecidos del Palacio de Justicia han protagonizado un largo camino de búsqueda y exigencia de justicia y verdad. Por más de quince años tuvieron que enfrentarse a pruebas poco contundentes, al cierre de la investigación y a un pacto de silencio en el cual la versión oficial desconocía la existencia de los desaparecidos. En sus distintas etapas el proceso ha tenido el acompañamiento de organizaciones defensoras de derechos humanos y abogados individuales, como Eduardo Umaña Mendoza, quien fue asesinado en 1998. Al igual que él, los familiares, abogados y juezas que han aportado para esclarecer la verdad de los hechos y juzgar a los responsables, han sido constantemente hostigados y amenazados.

Lea el artículo completo con fotos y vídeos en: http://faccionlatina.org/project/30-anos-exigiendo-justicia-y-verdad/
Para ampliar la información sobre lo sucedido le sugerimos consultar el informe final de la Comisión de la Verdad sobre los hechos del Palacio de Justicia.


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