[RE]JEITO: UM DIA QUE JÁ DURA UM ANO




No ato RE Jeito manifestantes de ocupações estudantis, Brigadas Populares e ativistas de vários movimentos sociais rejeitam "o modelo econômico desenvolvimentista de exploração das mineradoras, os governos coniventes e a mídia que não dá voz aos atingidos e só explora o drama do desastre".
Ativistas se uniram para com arte lembrar um ano da maior tragédia ambiental do país, ocrrida há um ano em Mariana. Atores do grupo de Teatro Comum, da Ocupação Cultural Luiz Estrela se apresentaram e ainda teve a performance Boi Caveira para denunciar a passagem de um ano do crime ecológico cometido pelas empresas Vale e Samarco com o rompimento da barragem em Mariana.
As atividades começaram na noite de sexta-feira, na Praça da Liberdade, com um ato sonoro com músicas de Makeli Ka e palestras de especialistas em questões ecológicas, além de representantes de entidades ligadas à tragédia ocorrida em Mariana. Neste sábado houve uma instalação artística e uma performance coletiva na Praça 7, seguida de um cortejo até a Praça da Liberdade, em frente ao Memorial da Vale, onde estavam previstas uma série de atividades, como teatro infantil, distribuição de mudas, ato sonoro, apresentação teatral e microfone aberto para poetas, rappers e cidadãos, tudo prometendo entrar pela noite.

Fotos de RE Jeito e Brenda Marques

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