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Honduras: Jóvenes de la comunidad garífuna se pronuncian para que se haga justicia

honduprensa.wordpress.com
Ondas Latinas de Facción Latina

El Juzgado de Letras de Trujillo, dictó auto de formal procesamiento a 10 militares de la Fuerza Naval, asignados a la Base Naval de Puerto Castilla, y actualmente están retenidos en una base militar, son acusados del homicidio vida los jóvenes garífunas Joel Palacios Lino (24) y Elvis Armando García (19). Dichos agentes militares dispararon contra de un grupo de garífunas que se encontraban en la barra de Iriona, en la Costa Caribe hondureña[1],  remolcando un auto estancado en la arena el  domingo 27 de diciembre de 2015.

Según reporta la Organización Fraternal Negra de Honduras, OFRANEH ante la ausencia de carreteras  en el sector, las comunidades se desplazan en la orilla del mar en carros de doble tracción sector.[2] El Estado de Honduras ha sido condenado por la Corte Interamericana de Derechos Humanos por violaciones a las comunidades garífunas de Punta Piedra, Triunfo de la Cruz y Cayos Cochinos por la violación a los derechos de propiedad colectivos.[3]

Tras este violento hecho perpetrado por agentes de seguridad del Estado, crece más el repudio a la militarización del territorio hondureño, y la exigencia al Estado Hondureño de respetar los derechos de las comunidades garífunas y el cumplimiento del artículo 30 de la Declaración de las Naciones Unidas sobre los Derechos de los Pueblos  Indígenas que manda a los Estados a “No desarrollar actividades militares en las tierras o territorios de los pueblos indígenas, a menos que lo justifique una razón de interés público pertinente o que se haya acordado libremente con los pueblos indígenas interesados, o que éstos lo hayan solicitado[4]”.Se hace asimismo a la comunidad nacional e internacional a estar pendientes de la resolución de los tribunales Hondureños para que este crimen no quede en la impunidad.

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